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Atualmente eleições é igual à liquidação de uma loja; todos conhecem as peças, e todos sempre querem saber se o produto é bom.

O marketing é o que prevalece para fazer a imagem da decisão de um candidato. Existe todo um envolvimento de profissionais especializados, como por exemplo, o Relações Públicas, e também uma pesquisa para saber o que vai ser melhor para o eleitor, e o candidato pode mostrar suas propostas o utilizando seu marketing político e pessoal, demonstrando o seu caráter e sua dignidade.

No Marketing político são abordados diversos fatores entre eles, estão a necessidade da sociedade, o ambiente em que se deve trabalhar, qual é a melhor forma para se atingir o publico alvo, quais são os melhores meios de comunicação deve ser utilizados para conquistar a população, e entre outros.

 Há milhares de sites e blogs que fornecem excelentes informações de como O Marketing pode funcionar na política, o que é necessário para ser um candidato, como fazer comícios e entre outras coisas.

Raquel Santos

Aluna de Relações Públicas

Faculdade Juvêncio Terra


Todo meio de comunicação é de extrema importância ao se fazer uma assessoria política.

Sendo assim, nos dias atuais não podemos deixar de lado a importância do uso da Internet como ferramenta em um trabalho de assessoria política.

Ter um site além de ser um custo benefício positivo, é mais uma estratégia de voto.

Para isso, os candidatos têm de dar um segmento mostrando em que está atuando, deixando claro a sua base eleitoral, o propósito da sua plataforma eleitoral e  ainda o eleitor que se pretende atingir.

Os eleitores que mais buscam os sites de campanha eleitoral, são aqueles que já têm seu voto decidido e buscam mais informações sobre o seu candidato. Por isso, os sites têm de usar este fato para que seus eleitores influenciem outros.

A Internet é, sem dúvida, um canal, uma ferramenta de comunicação que se usada da maneira correta pode auxiliar e muito uma campanha eleitoral.

 

Talita Vilas Bôas

Aluna de Relações Públicas

Faculdade Juvêncio Terra


Lula e o continuísmo

Que Lula é uma fenômeno popular é indiscutível. Forjado pelos movimentos de esquerda (quando realmente existiam…), e por “intelectuais” uspianos, soube em sua sabedoria e necessidade de sobrevivência se moldar à figura do “herói dos pobres”. Tornou-se o primeiro brasileiro – possivelmente o único– a viver a profissão de pré-candidato a presidente da república, durasse o tempo que fosse. Inclusive, até hoje levantam-se dúvidas a respeito do nível de sua vida pessoal, pois morar em cobertura, pra um homem do povo acho no mínimo estranho. Com uma personalidade frágil, dúbia e acima de tudo, questionável, porém, sua inteligência em manipular a quase todos é acima da média.

Por que enganar a quase todos? Estamos há quase seis anos sob seu governo, ele (que me desculpem, mas nem Collor foi tão corrupto), de forma inteligente não pode negar, soube reunir programas de distribuição de renda que já existiam no governo passado e fazer um grande marketing em cima de um único formato: O Bolsa Família, mas, em contra partida a educação está muito pior. Olhem que combinação perfeita: Um presidente populista, uma população sem escolaridade e um programa bolsa família… A bomba não deve tardar a estourar, sobretudo quando um outro presidente sério tentar equacionar esses problemas…

Outro fator seria a questão econômica, pois está colhendo os frutos de uma política implantada na era FHC, além de outros fatores que contribuíram como a queda do dólar e consequentemente a valorização do real. Vive em um momento de bonança da economia mundial e enfim, voou em céu de brigadeiro. Interessante também era como Lula se portava contra as privatizações… Banqueiros nunca ganharam tanto dinheiro. Nunca os ricos ficaram tão mais ricos, nunca a classe média foi tão achacada e obrigada a pagar impostos abusivos e, sinceramente, a pobreza diminuiu, mais não como deveria. Estranho, um governo voltado para os menos favorecidos em que a miséria não é prioridade. Olhem as sinaleiras e vejam por vocês mesmos.

Paralelamente, os casos de corrupção e outras aberrações institucionais, fariam qualquer presidente ser apeado do cargo, mas o apoio populacional (leia-se bolsa família, o “herói dos pobres”, a falta de educação formal) não permitiu que a justiça fosse feita.

Vamos acordar, um país necessita de educação eficaz, efetiva e geração de emprego. Não podem existir programas assistencialistas para sempre, a economia não agüenta. Enquanto muitos “defensores dos pobres” alegam querer o melhor para o povo, o que querem mesmo é um povo atordoado, facilmente manipulado, sem independência, necessitados de ajuda institucional, para que esses mesmos defensores (Lula e Cia) se perpetuem no poder.

Pobre do país que necessita de heróis…” (Não conheço o autor, quem souber, me avise).

Ana Carolina Cordeiro Freire

Aluna do 3º semestre de Relações Públicas

Faculdade Juvêncio Terra

 


O marketing político e eleitoral transformou-se em um instrumento indispensável para as campanhas políticas e os mandatos. Nota-se que, nas campanhas eleitorais, todos os candidatos caem na mesmice. Em regra, uns copiam os outros. Falta criatividade e coragem para fazer diferente. Para mostrar que temos opções de mudanças (e isto implica querer) é que vamos expor o lado bom e ruim da política brasileira.
Se você é um candidato ou político que topa fazer diferente, parabéns, estamos começando a nos entender.
Nossa proposta é dialogar com os candidatos, políticos e eleitores para encontrar novas formas de governar esse país.